07/01/2010 por drickaperilo
Quem eu sou?!

Sou a soma das minhas ações, reações, noções, inspirações, razões.. ah, e das minhas emoções. Nossa, grandes contribuições esta última tem me dado. Boas ou não, por várias provas e apuros já passei por causa delas, já sorri, já chorei, já fiz os dois juntos e ja me exilei das sensações. Hoje, sou um tanto a mais do que essa espera impaciente por aquilo que vai acontecer na vida já me causou. Então, quem eu sou? Parece que foi tudo batido com leite num grande liquidificador. Aí tento concluir que sou e não sou. Sou o que era, somado ao que passei e não sou o que ainda não vivi. Ou seja, sou o que da vida absorvi e o que na vida deixei. Mas, e o que é que foi mesmo?
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28/12/2009 por drickaperilo

A gente come com os olhos, mais do que com a boca, mais do que com o corpo. A gente come aparência.. e não a essência! A temperamos com conceitos e pré-conceitos externos. Por vezes estes temperos nem gosto tem, tem efeito contrário de tirar o sabor, o odor, temperos novamente sem gosto e sem posto. A gente come fast-foods, os modelos rápidos que nos servem (seja bom ou não, é o modelo rápido que vem). As vezes nem mata a fome de principios e valores pedidos, só dos perdidos. Nos privamos da escolha, ao escolhermos a numero 1, a 2 ou a 3! A gente come aparência! E não é só acrescentar 1 real que os valores se agregam, tem valor que não tem preço. A gente come aparência, e se muito escolhe, muito encolhe, de não sei qual padrão que imporam e do atual e em vigor perfil.. e assim ignoramos o refil, pois queremos a embalagem e o frasco original, mesmo que vazios. A gente come aparência, e o apetite é grande e sempre estamos com mais e mais fome.
Ainda bem que Deus vê o coração. E por saber disso estou satisfeita, e como alguns, ainda espero alguém que também não se importe de estar em jejum.
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28/12/2009 por drickaperilo

Subo num sapato de salto alto. Vermelho. Duas conquistas encarnadas naquele sapato. E o direito, mesmo que por 2 horas – o tempo que aguentei ficar sobre eles, os novos e des-laceados sapatos, de abandonar aquela menina que está sempre de pé firme ao chão. Que sensação diferente, assim como quando caí em um buraco, sentindo literalmente o chão se abrir diante dos meus pés, ou quando subi em um tronco para pular la de cima para a incerteza de pegar um trapézio, (eu estava presa e segura, mas o chão estava longe de estar firme aos meus próprios pés).
Estando eu sobre o salto, pude olhar diretamente nos olhos de alguns queridos mais altos do que eu (e que bom que o são, pois me encabulei mais facil do que mantendo meus olhos fitos como de costume faço, bem calada, bem de baixo), mas esta experiência foi apetitosa aos meus olhos, isso foi sim.
Estar sobre o salto me despertou vontade de me arrumar toda para estar “a altura”. Mais alta para alguns olhares que sempre me olham, mais “de igual” para outros olhares que nem me notam. Para outros tipos de olhares também, críticos, novos, que me (ou não) importam, talvez…
O clima quente não me ajudou a manter meu cabelo, a lente era velha e já foi para o lixo, a maquilagem derreteu junto com muito de mim, a roupa apertava, mas quem se importava? As atenções seriam para meus sapatos, por onde eles andariam, se eles aguentariam, se eles tropeçariam…
Olhares comuns se surpreenderam, e olhares distraídos repararam, os olhares críticos tiveram assunto, e os invejosos também…
Bom, estando nos meus pés o assunto, sei que aqueles que andam olhando ao chão, tiveram razões para olhar pra cima e saber “quem é esta que está de sapatos novos, vermelho, de salto?” não sei se frustrei as atenções, se a curiosidade matou o gato ou se o bicho só adormeceu! É não sei mesmo o efeito externo disso, se é que notaram mesmo, mas sei o efeito interno e é isso que importa! Luta entre manter o pé firme no chão e não descer do salto diante de algumas situações. Um dia eu aprendo, enquanto isso, vou me arriscando por aí… Afinal, um dia, com 15 anos escrevi em um canto de caderno em meio a alguma aula chata: “um muro só é alto o bastante se seu salto é pequeno demais”, sabendo que muro seria qualquer obstáculo e tal… com a frase da propria menina de pés firmes e sendo ela, hora com 15, hora com mais, a retruco usando saltos vermelhos.
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26/12/2009 por drickaperilo

Xô carência!
Que indecência!
Você, pobre carência intrusa, me deixa desnuda diante de pessoas mudas. Fico exposta perante um silêncio infernal, que faz da minha dor um vazio descomunal. Fico tímida e sem ação, e fácil, fácil perco meu chão. Não sei agir, reagir, nem quero ninguém a me aplaudir, mas não quero essa má digestão que a carência me força a consumir.
Reclamo de ficar só, e sem trabalho me sinto no pó, areia frágil que vem de um quebrado vaso, de barro. Sinto falta de abraços que não recebi, de braços que não senti. Considero pouco o tempo que fico no aconchego de um colo, mesmo sabendo que mais do que este tempo, eu não posso!
Os caminhos já se tornaram longos, e o tempo lento. A folga se tornou trabalhosa e o trabalho, de certa forma, meu atalho. As músicas tornaram-se afrodisiacos, e o silêncio, grande explosivo nada paradisíaco.
Ah, carência, por que eu? por que teimas em ter seu apogeu? Já não basta o que ele sofreu? Pelo visto não, e eu, cobaia que sou, continuo sofrendo por amor. Oh, carência, que dormencia sinto, lá dentro, no peito, num leito insatisfeito que tentei criar para te abandonar, amarga carência! Falta toque, falta sorte!
Continuo diante de pessoas mudas, surdas. Mesmo indiferentes, elas são complacentes a minha dor e ao meu vazio culpável e indulgente.
Carência que por vezes me abandona para perseguir outra alma tão covarde e mundana, como por vezes eu me permito ser ao perecer dos meus planos e sonhos.
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12/12/2009 por drickaperilo

O dia renasceu mais iluminado nesta quinta… sinta… Bem mais quente do que naquela terça caótica, assim por todas as óticas…
E em meio a tantas desilusões, eu ainda tenho todas as contrárias opções.
Fujo da rotina, por vezes frívola e saio de mim, me conduzindo assim, inerte e inerente ao mundo que me forçam viver, daqueles sem querubins.
Saí de casa e vou a um bosque, deitada na grama, sem grana, nem gana. Não tenho dimensão da direção que vou seguir, pois deitada só almejo o céu, brilhante, quente, aconchegante, evidente e coberto por algumas folhagens assanhadas das árvores altas.. que com o bater do vento, formam sombras escuras que bailam em minha pele sem bronze. Coloco a mão perto dos olhos e aperto a vista, preciso voltar ao oculista… mas não estou acostumada com o afago do sol na minha pele flácida e maculada. E assim deixo este carinho acontecer para minhas carências esquecer. Mas não te esqueço, me lembro mais, enlouqueço e já não quero mais… Vou passear com medo de tudo o que ja ouvi nas histórias infantis… a brisa fala, parla e logo se cala… depois volta a cantar acariciando meus ouvidos, massageando minhas orelhas e nuca… arrepios, calafrios e uma sensação de receosa entrega dos meus sentidos. A mesma entrega que acontece quando te vejo e que eu não disfarço pois não tenho nenhum molejo…
Me distraio com as folhas e esqueço a brisa, esqueço as rimas… tom sobre tom, de diferentes verdes, de amarelos e laranjas talvez, folhas nos altos bem altos e no solo barulhento a casa pisada dos pés cansados meus. Me sinto preenchida e acolhida com tantas folhas, que deixam meu caminho macio, a sombra mais fresca e o sol picotado… e a massagem que recebo a cada passo incerto, lembro que você é o caso mais incerto que ja tive mesmo em dias tristes… Os ruídos do bosque falam seu nome, seus apelidos e codinomes. Aquele som me lembra a voz, me lembra o tom… E neste cenário, tudo me lembra você, tudo me faz te querer… E imaginar você nos meus braços, beijando meus lábios, me enlouquece mais do que só te ver e não te ter… Volto a deitar na grama, agora úmida pelo orvalho, embaixo de um grande carvalho, com suas raízes expostas, me embalo não querendo ter volta… Pois, no bosque, imaginando você, tive espasmos de prazer… atingi a plenitude de tudo o que sempre quis, de tudo o que nunca dantes senti… E ouso querer te tocar pra multiplicar minha falta de ar… E no auge do climax, acordo no onibus, indo te ver… e você nunca saberá do caminho que fiz pra te ver chegar!
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10/12/2009 por drickaperilo

Ogro, pedra, oco, flecha… Mira teu alvo e acerta, acerta o meu, acerta o que já é seu…
Sinta, minta, pinta com tinta… o amor! Deixa esta cor acontecer, seja pra mim ou pra você…
Desempaca. Desatada seja a tua história, a tua memória, todas as ausencias de glória.
Ah, realiza, me alisa, acaricia e me beija, que assim sua malícia seja, como é nos contos, como tantos, como sonho…
Ah, me abraça, me amassa e me afaga.. Deixe a paixão te possuir, deixe tudo fluir.
Naturalmente sinta o perfume da flor e esqueça toda aquela dor. Se envolva, não corra, mesmo que doa.. de novo!
Se entregue ao sorriso, ao improviso, não seja indivíduo indiviso.
Pondere, pois pudera eu controlar-te ou dominar-te e não apenas amar-te como em sonhos, ou em planos individuais e irreais.
Livre-se de vícios ou culpas, armadilhas ou arapucas… Livre-se, ou se apegue mais. Decida-se!
Permita-se ao amor diferente para ter prazeres reverentes. Louve ao amor com seu corpo, de preferencia bem próximo ao meu…
Sinta o balançar dos lençóis como um abraçar… mesmo a sós, na intimidade o amor vira realidade. Mesmo estando nós, em lugares distintos, estamos nós com intintos vivos e sem desejos extintos…
E espero que quando nos encontrarmos seja este amor o nosso melhor destino.
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07/12/2009 por drickaperilo

A lua beija o mar, que beija a areia, que beija meus pés… A brisa beija as folhas, que beijam as flores, que são colhidas e entregues pra ela num lindo buquê… O menino está apaixonado pela morena bronzeada que mora naquela praia. Ela tem a cor e a pigmentação exata que queima e arde no coração daquele garoto. Ela tem o tom de pele e de cabelo queimados pelo iluminar do sol quando a lua fica tímida, ela é temperada na medida certa com aquele sal-mar que outrora o menino experimentara quando quase se afogou por ali em outra temporada… O brilho do luar é menor que o brilho daquele olhar apaixonado, pela primeira vez, por aquela mulher que gostava de filme francês… Mas o rapazinho presenteava aquela mulher sempre no anonimato, e se queixava de não obter respostas de imediato…Que desespero, era platonico, só ele gostava, já que ela não respondia àquelas tentativas frustradas de chamar a atenção, assim ele pensava. Mas isso só o motivava mais em ver o sorriso dela ao ganhar mais e mais presentes simbólicos e tão expressivos ao que ele gostaria de falar pessoalmente através de palavras, mas que não conseguira fazê-lo nenhuma vez. Tremiliques e calafrios eram rotina pra ele, quando ela passava desfilando naquela areia molhada pelo mar, rude e carente. E assim, da janela daquele casebre de palha próximo ao mar, ele pinta em seu coração aquele primeiro amor, com cenário e amantes perfeitos. E por amar assim, ele se entrega a este mar todas as noites na tentativa de ver as horas de solidão sem resposta passarem, tentando pegar seu amor pelo reflexo que ela deixava no mar próximo ao da lua, deforme pela água turva e linda mesmo assim, o fazia fugindo dele mesmo, se temperando com o sal que tempera aquele amor bronzeado. E ela, oh, cruel destino, sonha em ser aquele menino o dono de presentes certeiros e carregados de sentimentos, e em suas orações ela pede um amor naquele inocente coração para que ele não se afogue mais naquele mar… o mar da praia, do quadro, do cenário de amor do sonho distante daqueles que são tão próximos… E assim, ela desfila diante o ambiente propício para o amor acontecer, na tentativa de ser percebida por aquele menino, apaixonado, inquieto, intenso e desnorteado dentro do revolto mar que tudo vê e nada pode ajudar…
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07/12/2009 por drickaperilo

Eu espero por você, querido… eu já oro por você…
Mas não espero quieta num banco de jardim, deixando a vida passar e sonhando com os grandes filmes de amor… te espero em meio às grandes construções, daquelas que geram muito entulho e pó…
Não te espero enquanto pulo corda ou leio um livro debaixo de uma árvore frondosa cheia de frutos e passarinhos que levam o pólen daquela flor que você tanto gosta… te espero quando deixo a nuvem cobrir o sol para que eu aprenda a dar valor para aquele clarão que vem do alto e que ilumina os meus passos.
Não te espero quando os dias são de colheita, mas te espero enquanto planto e semeio onde não sei se é fértil.
Não te espero, querido, quando o arco-íris surge no céu, mas quando a chuva ainda caí naquele dia ensolarado.
Não te espero nas festas e nos encontros de amigos… te espero quando estou sozinha, introvertida e intimista…
Não te espero quando sinto meus pés na areia fofa e quente da praia, nem quando ‘cato’ conchinhas pra ouvir o mesmo mar que está na minha frente… mas quando deixo a água densa do mar me levar pra onde minhas forças não me levam…
Não te espero quando estou satisfeita, mas quando estou com fome e sinto aquele vazio que me preenche por dentro (se é que é fome)…
Não te espero quando fecho meus olhos e sonho acordada, mas quando decido enfrentar o que vejo com meus olhos abertos.
Não te espero quando tudo vai bem, te espero quando sei que tudo pode melhorar se você chegar…
E nestas tribulações e esperas, sou moldada e construida, para que você saiba que eu te esperei, mas não saiba por onde ou pelo que passei…
E depois deste encontro e de saber que a fruta ja está madura, quero estar, nos lugares em que não te esperei, com você! E enfim me sentirei satisfeita…
Querido, te espero mesmo quando não estou a tua espera… pois em todos os lugares, em todo o tempo, você me faz falta, muita falta você já me faz…
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04/12/2009 por drickaperilo

Os sexos se combinam, se encaixam e se entrelaçam, um no outro, tal como o próprio sexo propõe de formas propícias. Os corpos, os beijos, os cheiros, tudo com um jeito in-comum do casal enamorado e amante. O sexo ofegante e emocionante, que transpira mas inspira, o perfume, o ardume…o sexo que é intenso e apenso, denso, num consenso de salivas e suor e tentativas com louvor. A respiração forçada, a entrega de todas as armas, o toque que mapeia os caminhos do corpo como num atlas, os cheiros que se fundem trazendo a tona todos os suspiros de paixão acumulada, o beijo, as mordidas e os afagos que levam a ouvir o preludio tão comentado do musical que nunca foi visto, e tão necessária como a água é o sentir dos corações batendo juntos, com corpos desnudos, astutos… pescoço, perna, mão, boca, orelha… tudo mais sensível, mais visível, mais tangível… tudo é permitido, tudo é prometido, tudo é concedido! Os cabelos soltos e suspensos dançam conforme os movimentos indefensos. Como ir pra outra dimensão só nos resta esta nova sensação… Eis que Deus disse agora serem apenas um… nesta hora não ha nome, nem pronome, nem abdome (ah, isso pode ter sim..rs). Se misturam num novo codinome de amor, de odor, ardor e de calor… uma fusão do tesão, da visão desta nova união… e tudo participa deste momento, deste fomento… e tudo desta história faz sexo, assim como este casal, uno nesta ocasião oportuna e íntima. É intima… então, deixa-lo-eis a sós!
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30/11/2009 por drickaperilo

Eu te escolhi pra ser meu amigo… Pra andar comigo!
Eu te escolhi pra ser meu companheiro… O meu travesseiro!
Eu te escolhi pra ser meu massagista… Pra ser minha conquista!
Eu escolhi o teu abraço, o teu afago, o teu agrado.
Eu escolhi tuas formas que se encaixam nas minhas modas.
Escolhi para ser o meu céu azul… Ou minhas asas cor de nuvem…
Escolhi sua aparência e sua essência…
Eu te escolhi para ser minha rima e minha sina…
Escolhi as músicas… (Ou elas se escolheram sozinhas?!)
Escolhi falar e ouvir… Me encostar em você e te sentir….
(Não) Escolhi sentir calafrios com sua voz ou com aqueles girassóis…
Escolhi mudar meu gênio…
E deixei os meus pedidos pra você realizar…
Escolhi me disfarçar e me esconder… Tudo pra não te comprometer…
Te escolhi pra ser meu commodity, meu hobby e meu TOC.
Escolhi o óbvio e o inócuo…
Escolhi aqueles bons sinônimos e os tais de antônimos…
Aqueles que me contrariam ou que me compartilham…
Escolhi viver bem perto pra te resgatar do deserto…
Escolhi estender a mão à minha paixão…
Escolhi o brilho do luar… A brisa do mar…
Escolhi apenas te amar!!!
Cedi, senti, vivi… Pela primeira vez…
Pela vez primeira desta maneira!
Escolhi me render às sensações, pois já não ha razões…
Escolhi e decidi te querer…
Mesmo sem você saber…
Mesmo me fazendo prometer…
E sem permissão… Escolhi não escolher…
Mas já era tarde…
Era tarde…
E o sol já tinha se posto!
E me sinto bandida ao chegar da noite, ao apagar o farol que produz o clarão…
Ao passar as horas, as provas e as sobras e saber que outras delas virão.
Não sei se ainda há razão…
Ou se só existe a sensação!
No fim, descobri que não escolhi nada, mas também não fui escolhida…
Então não sei pra que rimar neste fim de texto…
Já que estou sem os racionais pretextos!
Fim! Ou será só mais um começo?!
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